História Norugueses

Norueguês da Floresta - História


Apesar da raça Norueguês da Floresta, ser algo “recente” na cena felinófila, os Noruegueses da Floresta são seguramente uma das raças naturais mais antigas do norte da Europa.

Está provado que terá as suas origens nas regiões do Próximo Oriente, tendo sido levado para o norte da Europa por navegadores Vikings, que levavam alguns gatos a bordo dos seus barcos, para defenderem a sua carga dos ratos.

Desembarcados em solo Norueguês, ao longo de décadas, os gatos ter-se-ão adaptado às difíceis condições climáticas das regiões nórdicas, modificando a sua morfologia e o seu manto, dando origem a um animal único.

Conta-se que no ano de 1559, um padre dinamarquês chamado Peter Clausson Frilis (tendo vivido grande parte da sua vida na Noruega), um estudioso como grande parte do Clero da época, tendo um grande interesse pela natureza, dividiu o lince em três classes: o lince-lobo, o lince-raposa e o lince-Gato. Mais tarde descobriu-se que todos os linces pertenciam à mesma classe e talvez aquilo a que Peter Frilis chamou de lince-gato fossem já os gatos Noruegueses da Floresta. De facto existem grandes semelhanças entre os gatos Noruegueses da Floresta e os linces Noruegueses. São ambos grandes com pernas longas, e com pêlos nas orelhas; ambos gostam de água existindo mesmo gatos que pescam nos rios e lagos.

Só na década que precedeu 1930, alguns criadores noruegueses começaram a demonstrar algum interesse pelos gatos Noruegueses da Floresta, interesse este que permitiu concluir que esta raça se encontrava á beira da extinção, devido ao cruzamento descontrolado com outras raças de gatos domésticos. Mediante esta catástrofe, alguns destes criadores enveredaram num esforço conjunto para salvar a raça. Infelizmente, este esforço viria a ser gravemente afectado, com o advento da segunda guerra mundial, chegando a temer-se o abandono da raça por completo, no entanto e apesar do infortúnio, alguns criadores do norte da Europa mantiveram esforços constantes para a continuar a dinamizar.

Em 1975 alguns criadores formaram o clube dos criadores dos gatos Noruegueses da floresta por forma a garantirem a preservação da raça e o apuramento das linhas da mesma.

Em 1976 a raça foi oficialmente reconhecida pela FIFe (Federação Internacional Felina).

Os gatos Noruegueses da Floresta vivem ainda hoje como gatos selvagens nas florestas da Noruega, Suécia e Finlândia.

A introdução dos Noruegueses no Brasil é relativamente recente.
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